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Sobre o 20 de novembro.


Tem uma galera sem noção que chama de neura, eu chamo de senso de criticidade , de estratégia de reparar a desigualdade histórica deixada pelo racismo estrutural.


Meu terapeuta é homem negro, meu cabeleireiro é homem negro e de candomblé, eu consumo roupas e alimentos de comércio local , produzido por pessoas pretas, eu casei com um homem preto !


De branco já basta o meu patrão, que eu não posso escolher (ainda). Mas o que eu tiro dele através de meu trabalho/salário , eu compartilho entre os meus para possibilitar que outros possam ocupar o mesmo lugar que ele, de patronato.


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