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O que podemos refletir e a prender com o BBB?



Não sou fã de nenhuma edição do BBB, mas tive a curiosidade de parar e assistir. Pude observar o quanto é difícil, o enfrentamento de pessoas que não se identificam dentro de um espaço. E principalmente o seu dia, dia. Podemos observar, as humilhações, abusos, ameaças veladas ou não, agressões, assédios de variadas conotações.

Psicologicamente, a humilhação, ativa vários traumas de abandono e rejeição que durante a infância estiveram presentes. Aí vem os pensamentos autodepreciativos, “eu não sou ninguém, eu não sou boa ou bom o suficiente”, ninguém me respeita, ninguém me ama. O individuo passa a se excluir de tudo e de todos se achando inferior a tudo e todos sem antes fazer uma auto avalição.

Falando em particularmente de uma candidata do BBB, Karol, vejo uma frieza e falta de empatia sem tamanho, ela joga sem nenhuma preocupação com o outro (a) humilha fala sem nenhuma restrição e depois se faz de inocente. Pegando um pedaço da fala dela, chamou o Lucas de “bafudo” ela expulsou o ator da mesa de almoço, o obrigando a comer sozinho. Vejo uma manipulação sem igual, a falsidade fica evidentemente estampada. Não posso esquecer de Juliette, por exemplo, que tem sido constantemente atacada por estar sendo ela mesma, por se sentir confusa, não esquecendo um participante criticando o sotaque dela, ela é julgada por não atender expectativa dos outros (a). Quando observei a Karol o que ela fez com Lucas!! Veio em mente o típico praticante de bullying, infelizmente enquanto houver plateia, para tamanha falta de caráter e empatia, continuaremos a ver a real face de determinados seres que se dizem humanos, é uma triste realidade do oprimido que vira opressor. Vale aqui ressaltar que essa edição do BBB remete a todo o impacto negativo da omissão das situações aqui citadas. Essa edição no meu ponto de vista é a mais toxicas de todas...

Pude observar a tristeza no olhar do participante Lucas, desânimo, tristeza, cansaço. Ele a todo tempo fica achando que está errando o tempo todo, e que está tirando alegria das pessoas na casa. Ele errou? Sim! Errou, mas isso não significa que não pode acertar, que não se pode mudar. Eu me pergunto cadê a empatia, solidariedade, respeito, e o cuidado? Assim, lembrando que tem uma psicóloga na casa, não é? Onde ela humilha, exclui e fica com deboche com os outros participantes, como se isso fosse a coisa mais natural.

Cresci ouvindo que transtornos mentais envergonha, piada, que psicólogo é “coisa de louco” (a) que depressão é “falta de Deus”, e que ansiedade é para os mais abastados”.

Somos humanos, e precisamos nos colocar no lugar do outro, e entender que transtornos emocionais não nos fazem, e nem fazem o outro ser menos digno de cuidados. Fica a dica: ao invés de julgar, escolha ouvir e estar presente com paciência e respeito. São coisas básicas que podem controlar e assim ser um facilitador na transformação do outro.


Desejo a todos um excelente final de semana.





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